Qual será o legado do Investimento Social Privado na saúde pública após o fim da pandemia?

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Desde o início da pandemia em 2020, quase 150 milhões de pessoas foram infectadas e ultrapassamos a marca de 3,1 milhões de mortes de coronavírus em todo o mundo.

Aqui no Brasil, enquanto acumulamos quase 400 mil vidas perdidas e diante de uma vacinação lenta e fragmentada, vimos crescer, desde o ano passado, iniciativas no campo do Investimento Social Privado que devem continuar mesmo quando superarmos o período de pandemia.

Ações de valorização do Sistema Único de Saúde (SUS), de cultura de doação, na Ciência e na colaboração são legados e aprendizados e também desafios do setor da Saúde para os próximos anos.

“O próprio Butantan tem hoje meio milhão de seguidores numa rede social (…) e a Associação Umane trabalha incessantemente para que a Saúde Pública e a atenção primária se fortaleçam num momento tão adverso e colaborem com um SUS mais equânime e efetivo para população brasileira”, explica Evelyn Santos, coordenadora de projetos da Associação Umane e coordenadora da Rede Temática de Saúde do Gife.

A fala de Evelyn faz parte de um balanço dos aprendizados, avanços e perspectivas para a atuação do ISP em Saúde agora em 2021, organizado pelo Especial redeGIFE, e que contou também com a participação de Maria Izabel Toro, da RaiaDrogasil, e Marcia Woods, da Fundação José Luiz Egydio Setúbal, também coordenadora e membro da Rede Temática de Saúde do Gife.

Assista abaixo o vídeo completo abaixo: